sábado, 9 de maio de 2009

Portugal está aquém da meta das renováveis


No ano que vem, 39% da electricidade consumida em Portugal deveria ser de origem verde. Para atingir tal objectivo, Portugal precisaria de aumentar a parcela das renováveis de 32,5% para 39%. No entanto, em 2006, apenas 31% tinham tal origem, o que quer dizer que o país não continuou o avanço antes alcançado A maior parte do esforço foi atingido, entre 2004 e 2006, altura em que se registou um crescendo de 2,6 pontos percentuais. “É de notar que a parcela de electricidade de origem renovável na Áustria, França, Letónia, Portugal, Roménia e Eslovénia foi inferior em 2006 do que no ano de referência
Já para os transportes, Portugal está bem mais próximo dos objectivos programados. Em 2010, 5,75% do combustível consumido deve ser de origem biológica.

As metas europeias para as renováveis fazem parte do plano maior da Comissão de reduzir as emissões de gases com efeito estufa e diminuir a dependência dos combustíveis fósseis, como o petróleo.


Nem Portugal nem os 27 no seu conjunto devem conseguir atingir em 2010 o objectivo traçado pela União Europeia para as energias renováveis.



Maio 8, 2009

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Vídeo: Mini já anda 'a vento'

O Mini, um dos automóveis mais emblemáticos dos anos 60, renasceu no século XXI e agora virou-se para as energias renováveis. Alemanha já tem projecto pioneiro.



A Evolução está em marchar, fiquem atentos ao nosso blog...


Cumprimentos,
Grupo Verde

Quarteira acolhe exposição sobre energias renováveis

Automóveis, scooters e bicicletas eléctricas são alguns dos produtos que vão estar em exposição num evento dedicado às energias renováveis e à mobilidade sustentada, que tem lugar de 13 a 17 de Maio em Quarteira. Trata-se da «Expo Energias Renováveis & Mobilidade Sustentável 2009», uma organização da Junta de Freguesia de Quarteira em colaboração com a Câmara Municipal de Loulé, a APISOLAR, a ALGAR, entre outras entidades. É um evento de entrada livre onde a população pode experimentar vários veículos amigos do ambiente, bem como assistir a workshops sobre reutilização de materiais e ainda assistir a sessões de cinema «Cine-Eco». Ao todo são cerca de duas dezenas de expositores que estarão montados na Praça do Mar, junto à marginal de Quarteira, a fazer divulgação de energias mais limpas que ajudem Portugal a atingir os objectivos de Quioto. No último dia do evento, 17, há lugar a um desfile conjunto de veículos amigos do ambiente e carros históricos. Este desfile termina com um almoço confeccionado com fornos solares. A exposição de energias renováveis está integrada nas comemorações Europeias dos Dias do Sol (European Solar Days) e engloba um variado conjunto de actividades, das quais se destacam as Comemorações do Dia da Cidade de Quarteira, 13 de Maio. No dia de Quarteira destaque para o concerto de Tony Carreira às 21:30 horas e, dia 14, destaque para um seminário intitulado: “Energias renováveis e soluções de mobilidade sustentada para o Algarve”, às 14:30 horas.
(Fonte: Região Sul)
Cumprimentos,
Grupo Verde

quinta-feira, 12 de março de 2009

Seminário sobre Energia e Alterações Climáticas em Serpa

A Câmara Municipal de Serpa e o Centro de Informação Europe Direct do Baixo Alentejo organizam no dia 27 deste mês um seminário subordinado ao tema "Energia e Alterações Climáticas". A conferência conta com a participação de diversos especialistas no domínio do ambiente. O seminário insere-se nas comemorações da primeira Feira das Energias Renováveis, Construção e Ambiente Sustentáveis, a decorrer de 27 a 29 de Março, como forma de despertar para uma maior consciência ambiental. Ao longo destes três dias realizar-se-ão debates, workshops e ateliers.

Cumprimentos,
Grupo Verde

segunda-feira, 9 de março de 2009

Portugal e as energias renováveis

O Estado português tem vindo a assumir-se como empresa de capital de risco dedicada a novas energias. Tem apostado nas eólicas, na energia solar fotovoltaica, na energia das ondas, nos biocombustíveis e na microgeração. Digo que o Estado se tem comportado como empresa de capital de risco porque algumas destas tecnologias acabarão por se revelar inviáveis e serão suplantadas por aquelas em que as verdadeiras empresas de capital de risco estão a apostar.
Vejamos o que está a acontecer:

Energia eólica - É a menos má de todas as apostas. Não sendo competitiva, está próxima da competitividade. O consumidor está a subsidiar as eólicas e com elas as fábricas de equipamentos que o governo tem vindo a associar aos projectos de eólicas. Na melhor das hipóteses, esta estratégia coloca Portugal numa posição secundária da cadeia de valor sem qualquer controlo sobre a inovação. Na pior, transforma Portugal e os consumidores portugueses em compradores e financiadores da inovação feita noutros países. Note-se que isto não seria grave se os portugueses não estivessem a comprar a energia eólica a preços acima dos preços de mercado.

Energia solar fotovoltáica - Portugal tem uma das maiores centrais solares da Europa. A energia é altamente subsidiada e a tecnologia é importada. A tecnologia usada não tem nada de especial e estará obsoleta dentro de 10 anos. Dentro de 10 anos sairá muito mais barato fazer uma central idêntica. Mais interessante, a energia solar térmica que tem um custo mais baixo que a energia solar fotovoltáica, mas tem sido ignorada. A solar térmica é a energia em que as empresas privadas americanas mais estão interessadas em apostar. Quanto ao futuro, o dinheiro a ganhar está no desenvolvimento de células fotovoltaicas mais eficientes. Para entrar nessa área não é preciso derreter dinheiro em centrais solares gigantescas.

Energia das ondas - Existem no mundo 3 ou 4 abordagens à energia das ondas. Estão todas em fase experimental e nenhuma tem, para já, viabilidade económica. Ninguém sabe qual das abordagens acabará por dominar o mercado. Se é que alguma. Portugal tem vindo a financiar o Pelamis. O mesmo é dizer que tem vindo a financiar os projectos de investigação de uma empresa estrangeira. Em troca de quê? Não percebo. O Pelamis é o típico projecto de capital de risco. Tanto pode ser bem-sucedido e ter um retorno colossal como pode acabar no lixo.

Bicombustíveis - Portugal está a apostar nos biocombustíveis tradicionais (etanol e biodiesel). Estes biocombustíveis estão a ser subsidiados. De outra forma não seriam competitivos. Não se trata de subsídios à investigação e desenvolvimento. Não há muito para investigar na área dos biocombustíveis tradicionais. As empresas de capital de risco americanas estão a apostar noutras coisas. No etanol celulósico e no petróleo verde. Quem é que acham que está a fazer a melhor aposta?

Microgeração - A micogeração é subsidiada e tem problemas de reestruturação de rede. Duas despesas sem ganho à vista. Curiosamente, o Estado subsidia a microgeração dos privados, mas os edifícios publicos não têm paineis solares.
Cumprimentos,
Grupo Verde

segunda-feira, 2 de março de 2009

A tua opinião conta!

Sendo a energia universal e utilizada por todos, este blog interessa a toda a sociedade. Como tal, temos que trabalhar em conjunto para melhorar e melhorar cada vez mais este nosso espaço de opinião, conhecimento e aprendizagem. Aqui no portal da energia temos todo o prazer de ouvir as opiniões e sugestões dos nosso visitantes...

Estamos à espera que nos contactes...
Cumprimentos,
Grupo Verde

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Ferreira do Alentejo constrói nova central solar

A empresa Tecneira já está a construir uma terceira central solar fotovoltaica em Ferreira do Alentejo. O projecto representa um investimento na ordem dos 45 milhões de euros e prevê uma potência a instalar de 10 MW. A central deverá estar concluída em Outubro deste ano e, de acordo com o presidente da Câmara Municipal, Aníbal Reis Costa, “vem confirmar a grande importância do concelho de Ferreira do Alentejo na área das energias renováveis, designadamente na energia solar fotovoltaica”. A central vai produzir energia “limpa” para a rede eléctrica nacional num período útil de vida superior a 25 anos. Nos próximos nove meses serão implantados numa área de 31 hectares, nas imediações daquela vila, cerca de 45.500 painéis de silício policristalino que produzirão energia suficiente para abastecer 7.300 habitações. Na fase de construção deverão ser criados cerca de 200 postos de trabalho na região e, para assegurar o funcionamento da central, estão previstos cinco novos empregos.


Esta central solar vem juntar-se a outras duas já em fase de conclusão naquele concelho: uma a cargo da empresa Netplan, com uma potência a instalar de 2 MW e um investimento na ordem dos 10 milhões de euros; e outra promovida pela Generg, com uma potência total de cerca de 12 MW e um investimento de cerca de 50 milhões de euros.Para Aníbal Reis Costa, “estes investimentos são geradores de riqueza, contribuem para a economia local, não só na construção com a grande empregabilidade, mas também do ponto de vista de contribuintes relevantes para a riqueza do concelho”. Com estes investimentos, a Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo quer manter a aposta nas energias renováveis como forma de promover a economia regional e nacional. Este é, de resto, um dos grandes objectivos que a autarquia procura desenvolver através do projecto “Ferreira Sustentável”.


(Fonte: http://correioalentejo.com/)

Cumprimentos,
Grupo Verde

Energia "verde" abastece base na Antártida

A base belga “Princesa Elisabeth” no leste da Antártida funciona com energia solar e eólica. Os criadores do projecto, lançado no domingo, acreditam que a construção da base vai ajudar a combater o cepticismo dos que questionam a viabilidade das energias “verdes”.
Segundo os criadores, as energias renováveis são viáveis, mesmo nos lugares mais frios e remotos do planeta. Esta é a mensagem que os implusionadores da primeira base científica na Antartida pretendem passar ao Mundo.


"Se podemos construir uma base com estas características na Antártida, também podemos faze-lo em qualquer outro lugar do Mundo. Temos a capacidade, a tecnologia e o conhecimento para mudar o Mundo”, disse Alain Hubert, director do projecto pioneiro, na cerimónia de abertura.

O aquecimento global, provocado pelas emissões de gases, levou os governos a tentarem encontrar alternativas nas novas fontes de energia. Estas energias renováveis começaram a implantar-se na Antártida com a instalação de painéis solares e moinhos eólicos no meio do frio e da escuridão do Inverno polar, o que se traduziu num enorme desafio, segundo os responsáveis.

Os cientistas estão a analisar o fenómeno do aquecimento global e prevêm que o aumento das temperaturas pode levar à aceleração do degelo da Antártida, originando um aumento alarmante do nível do mar, ameaçando a submersão de muitas zonas costeiras.


"A crise económica mundial é o resultado dos comportamentos insustentáveis. Não podemos tratar o planeta de forma insustentável, porque nesse caso vamos ficar numa crise ainda mais grave do que a financeira”, dito por Thomas Leysen, cefe da empresa belga Umicore.
(Fonte:sapo.pt)
Cumprimentos,
Grupo Verde

Mais 30 por cento de energia eólica

A capacidade mundial de produzir energia eólica aumentou 28,8 por cento em 2008, de acordo com o relatório do Conselho Global de Energia Eólica, citado pela Lusa.
O estudo afirma que os Estados Unidos da América e a China são os países com maior crescimento, em 2008, ano em que a capacidade global de produção de energia eólica subiu para 120,9 gigawatts, o suficiente para pôr 500 milhões de televisores a funcionar.
Os Estados Unidos registaram o crescimento mais acentuado, elevando a sua capacidade de produção em 50 por cento, ultrapassando a Alemanha que era, até agora, o maior produtor de energia eólica.

A Europa detém mais de metade da capacidade global de produção deste tipo de energia, com a capacidade de produção desta energia renovável com 65.946 megawatts.
Steve Sawyer, secretário-geral do Conselho Global de Energia Eólica, disse que «há uma grande e crescente necessidade global de energia eólica, livre de emissões poluentes, que pode ser instalada rápida e virtualmente em qualquer parte do mundo».
A energia eólica é a «única tecnologia para geração de energia que pode conseguir a redução necessária de dióxido de carbono», concluiu Sawyer.

(Fonte: diario.iol.pt)

Cumprimentos,
Grupo Verde