quarta-feira, 3 de junho de 2009

Dia nacional da ENERGIA


Dia Nacional da Energia
Mensagem

Assume um sentido muito especial, por múltiplas razões, entre as quais a própria sustentabilidade económica do País, a comemoração, a 29 de Maio, do «Dia Nacional da Energia», considerando a plena e indiscutível importância do factor energético, com uma plena actualidade no presente e global contexto. Uma das grandes opções, desde o início das funções, do XVII Governo Constitucional, presidido pelo Engenheiro José Sócrates, foi a procura de fontes alternativas à elevada dependência das importações petrolíferas, com o incrementado apoio às chamadas «energias renováveis», as quais encontram, de modo próprio na nossa Região, amplo manancial, já em aproveitamento ou em estudo de exploração. Aponto, em especial os casos da energia solar («300 dias de Sol, em média, em cada ano») e eólica, com vários empreendimentos já a funcionar ou, naquilo que pode vir a ser uma realidade, o aproveitamento da força energética das ondas do Mar, que se estende ao longo de mais de centena e meia de quilómetros na costa algarvia. Integrando-se no espírito de «Inovação e Capacidade» o prosseguir as várias acções em busca de soluções que reduzam a nossa dependência do petróleo é um caminha apontado, com um sentido directo e muito próprio na comemoração deste «Dia Nacional da Energia».
* Governadora Civil de Faro
(fonte: regiao-sul.pt)

Cumprimentos,
GRupo VErde

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Vídeo de Sensibilização

Aqui fica um dos nossos produtos finais, o nosso vídeo de sensibilização. Esperamos que gostem, ficamos à espera de sugestões...



Cumprimentos,
Grupo Verde

Participação na Feira da Escola

Neste terça-feira, dia 19, o Grupo Verde participou numa feira que se realizou na nossa escola, escola secundária Pinheiro e Rosa, com o objectivo de dar a conhecer todos os trabalhos de Área de Projecto que estão a ser desenvolvidos neste ano lectivo. A banca do nosso projecto continha mil e uma coisas para ver, mil e uma coisas para descobrir. A nossa participação na feira começou às 10:00h e só acabou às 17:00. A nossa banca continha:

- Dois computadores portáteis, um, a passar todas as imagens que recolhemos ao longo deste ano, desde imagens retiradas na internet até imagens tiradas por nós, e o outro mostrava a maqueta virtual da escola ecológica;
- O vídeo de sensibilização elaborado por nós;
- A lista de medidas energéticamente eficientes, porduzida por nós, para consulta de todos;
- Os dois folhetos produzidos por nós, um sobre a eficiência energética e o outro sobre as energias renováveis que se podem utilizar em casa;
- Exposição de um forno solar e todos os seus constituintes;
- Fichas informativas sobre o forno solar e a sua construção;
- Um folheto da Rolear sobre Microgeração;
- O nosso dossier de projecto para consulta de todos.

O Grupo Verde não deixou nenhuma pessoa, que tenha ficado com dúvidas sobre o projecto, passar. Além disto tudo ainda confeccionámos um bolo de chocolate ao qual chamámos de bolo solar, pois foi cozido usando um forno solar.

Achámos muito produtiva a nossa participação nesta feira, divulgámos bastante o nosso trabalho e demos informámos bastante a comunidade escolar sobre o perigo dos combustíveis fósseis comparando-os com as energias renováveis.

Cumprimentos,
Grupo Verde

Palestra: Fornos Solares

Olá a todos!

O Grupo Verde vem por este meio informar, tal como partilhar a experiência que teve.

Pois bem, uma vez que o nosso projecto consiste na utilização das energias renováveis, decidimos então assistir a uma palestra realizada na nossa escola, Escola Secundária Pinheiro e Rosa.
A palestra foi dada pelo professor Celestino Ruivo da UALG.


O tema desta palestra foi “Os fornos solares”. Uma vez que está relacionado com o nosso tema /problema “Como combater a crise energética potenciando as energias renováveis e/ou alternativas”, como tal fizemos questão de estar presentes.
A palestra iniciou-se com o professor Celestino Ruivo a fazer-nos uma pequena introdução da energia solar, que constava que esta energia:
É uma energia limpa;
É inesgotável;
O rendimento, devido às horas existentes de sol por dia, é elevado;
Entre outras.
Depois desta breve explicação sobre a energia solar, o professor Celestino Ruivo passou a falar do aproveitamento da mesma.
Temos então que para além dos colectores solares e painéis fotovoltaicos , a especialidade do professor era os fornos solares ou cozinhas solares.
Sabemos que existem três tipos de cozinhas solares:
Caixa;
Painel;
Parabólica.
A cozinha solar em caixa é formado por duas caixas, estando uma dentro da outra, a caixa interior convém ser metálica ou de alumínio, para quando se realizar a limpeza não entrar líquidos para o isolante térmico.
O isolante térmico encontra-se entre as duas caixas e aconselha-se cortiça ou lã mineral, o esferovite pode ser bom isolante, mas neste caso não é o mais aconselhado porque derrete e liberta compostos que podem afectar a comida. A função do isolante térmico é criar um ambiente tipo efeito de estufa e assim cozinhar os alimentos.
Também se pode colocar térmicos como o jornal para ajudar o efeito de estufa. No fundo das caixas deve-se colocar pedras que vão servir de acumuladores térmicos.
A caixa contém abas reflectoras na zona superior, cujo objectivo é direccionar um maior número de raios para o interior da caixa de modo a aumentar o seu rendimento. E para completar esta cozinha solar falta colar o vidro, este que normalmente ou preferencialmente é vidro temperado.
Muito importante na construção desta cozinha solar é o tipo de material com que é construída a parte exterior, pois é de considerar a hipótese da chover.
O único inconveniente possível, caso a sua construção seja bem executada é o vento, pois pode danificar as abas reflectoras.







Passemos então à segunda cozinha solar, painel.
Esta cozinha é constituída por uma superfície de cartão com película reflectora que direcciona os raios solares para o foco (o foco significa o centro para onde todos os raios se direccionam).
Para este tipo de cozinha é necessária uma panela preta que permaneça no foco enquanto se cozinha, e preta pois é a cor que mais raios solares absorve. Mas como é também a cor que mais facilmente emite os raios solares, é necessário um material em que a sua função seja criar um ambiente de efeito de estufa, temos como exemplo o vidro (pode muito ser, como uma forma de reutilizar, a parte de vidro que existe nas portas das máquinas de lavar a roupa que já não tenham arranjo) ou então sacos de plástico transparentes.
Tem de se ter em conta a temperatura em que se deve cozinhar os alimentos pois no caso do saco de plástico, este pode derreter e criar fugas de calor o que diminuía o rendimento desta cozinha solar.
Um inconveniente é pois o vento, mas também tem a vantagem de ser móvel e poder-se utilizar por exemplo em piqueniques, poupando dinheiro com os pequenos fogões a gás.
Por último temos a cozinha solar parabólica.



Este tipo de cozinha é muito potente e tão rápido como um fogão convencional.
Se uma família for constituída por dois a três indivíduos, com esta cozinha é apenas necessário 1.20 metros de diâmetro para cozinhar o suficiente para uma refeição.
Os materiais de construção já são diferentes das outras cozinhas solares e também menos acessíveis e consequentemente mais caros.


O processo de utilização consiste colocar uma panela coma comida no foco da parabólica, uma vez que esta devido ao seu formato direcciona os raios solares para o foco e naturalmente a comida irá ser cozinhada.
Esta cozinha solar também tem de se colocar conforme a posição do sol, para aumentar o seu raio de incidência solar, aumentando assim o rendimento.
Este tipo de cozinha tem alguns inconvenientes, como poder torrar a comida por consequência de ser muito potente, tal como pode causar um incêndio e ainda cegar a pessoa que olhe directamente para o foco.
Todas estas cozinhas ou fornos solares trabalham para o mesmo objectivo, cozinhar. Este fenómeno dá-se porque a água existente nas panelas se converte em vapor de água no foco, cozinhando assim os alimentos.




Para finalizar podemos afirmar que o Grupo Verde “alimentou-se da energia solar”.
E é de reter que esta iniciativa é uma mais-valia para a diminuição da fome em países africanos (pois estes têm uma incidência solar de mais ou menos 16 horas por dia), e que ao mesmo tempo contribui para o ambiente.

Duas pequenas curiosidades:
Dois metros de diâmetro da cozinha solar parabólica equivale ao maior bico do fogão que temos em casa;
A cozinha solar de painel é muito fácil de construir, porque até com reflectores solares que se costuma ter o carro dá para cozinhar.
Cumprimentos, Grupo Verde

Visita de estudo à UALG (Universidade do Algarve)

No passado dia 5 de Maio nós, o Grupo Verde, levámos a nossa turma a uma visita de estudo á Universidade do Algarve. Foi-nos proposta numa conversa com o professor Nelson Sousa ao assistirmos a uma palestra sua na Escola Secundária Tomás Cabreira. Esta visita de estudo tinha os seguintes objectivos:
-Enriquecer o conhecimento da turma e também do nosso grupo;
-Ficar a conhecer as instalações e equipamentos da Universidade relacionados com a nossa temática;
-A exclusividade de podermos estar tão perto e acompanhar a evolução que a Universidade tem estado a ter ao usar e encontrar formas de aproveitar as energias renováveis, ao mesmo tempo que as estudam;
-Proporcionar momentos de lazer e convívio entre os elementos da turma.



Saímos da escola por volta das 9:30h e chegou-se á Universidade por volta das 10h. Quando o professor chegou encaminhou-nos logo para a entrada da oficina e fez uma breve explicação sobre os painéis solares térmicos e fotovoltaicos, a sua diferença, vantagens e qual o uso que lhe podemos dar nas nossas casas. Entrámos na oficina e fomos observar alguns projectos que a Universidade estava a desenvolver em termos de energia solar, encontrámos vários painéis solares.




De seguida o professor foi-nos mostrar uma “mini” casa construída com o objectivo de aquela se tornar a oficina de construção. Era uma casa um pouco ecológica, tinha o chão e o tecto aquecidos e o seu calor provinha dos painéis solares.



Entretanto a visita terminou e regressámos à escola, onde chegámos por volta das 12:30h. Os objectivos foram alcançados e, pensamos, que tanto os nossos colegas como nós tomámos consciência da grande importância das energias renováveis no nosso dia-a-dia.






Cumprimentos, Grupo Verde

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Primeira árvore artificial viável no Mundo já purifica ar poluído na capital peruana


A primeira árvore artificial viável no Mundo já foi instalada em Lima, Peru, para purificar o poluído ar da capital. Os responsáveis pelo projecto pretendem instalar 400 destes aparelhos purificadores de ar urbano nos próximos 4anos em várias cidades do Peru. Trata-se de árvores metálicas, que, apesar de terem ramos, folhas e tronco, são capazes de simular o processo de fotossíntese, transformando o dióxido de carbono em oxigénio.

Um dos criadores deste purificador, engenheiro Fernando Eguren, explicou que anteriormente já tinham sido produzidos projectos semelhantes no Chile e no México, mas foram considerados economicamente não praticáveis. "As máquinas desenvolvidas nesses países previam um consumo de entre 48 e 68 quilowatts por hora e uma manutenção contínua, enquanto que o nosso projecto apenas utiliza 2,5 quilowatts e cerca de 60 litros de água a cada cinco horas", afirmou Jorge Gutiérrez, outro criador do projecto.

Assim, a população de Lima, que, segundo um estudo publicado em 2008, é uma das cidades mais poluídas da América latina, vai usufruir de 200 mil metros cúbicos de ar limpo.

(Jornal de Notícias)

Cumprimentos,
Grupo Verde

Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho celebra protocolo com Ecomove


O Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho celebrou hoje um protocolo com a empresa Ecomove – Mobilidade Sustentável, que irá criar no centro hospitalar espaços de parqueamento e abastecimento de veículos eléctricos. O centro hospitalar torna-se, assim, parceiro da Ecomove num projecto que pretende ajuntar autarquias, universidades e hospitais, no sentido de criar uma nova dinâmica de mobilidade com recurso à energia alternativa. Reduzir a poluição, o ruído, emissões de CO2 e desenvolver uma nova dinâmica nas deslocações, é o objectivo do protocolo.

A Ecomove assume disponibilizar energia gratuita, através da colocação de Pontos de Tomada de Energia Eléctrica. O protocolo prevê criar condições vantajosas de obtenção de veículos eléctricos a um preço muito competitivo, de acesso exclusivo a colaboradores do centro. O centro hospitalar compromete-se a ceder o espaço necessário para implementação do projecto e proceder à colocação de sinais e avisos que indique a localização de espaços de parqueamento e carregamento das baterias.

(Ambiente Online)

Cumprimentos Grupo Verde

sábado, 9 de maio de 2009

Chuveiro híbrido!



Qual é o banho ecologicamente correto e mais barato? Se você acha que é o proveniente do aquecedor solar, está enganado. Ao contrário do que pensávamos, a opção mais econômica e ambientalmente correta é um híbrido de chuveiro elétrico e solar, aponta um estudo feito pelo Centro Internacional de Referência em Reúso de Água (Cirra).

O chuveiro híbrido é uma união de dois métodos: aquecedor solar para captar energia nos dias ensolarados e chuveiro elétrico para quando há chuva. A vantagem dessa opção é que ela faz uso da energia solar, mas, quando não há sol, não é preciso aquecer todo o reservatório de água, como acontece com os modelos tradicionais. Esse processo costuma levar mais de três horas de consumo de energia.

A grande diferença dos valores pode ser notada se considerarmos uma família de quatro pessoas em que cada uma toma um banho (média de 8 minutos) por dia:

Modelo Custo por mês
Chuveiros híbrido e elétrico R$ 26,40
Aquecedor solar R$ 42,00
Chuveiro a gás R$ 69,60
Boiler elétrico R$ 93,60


Outro fator analisado foi o desperdício de água. Quando um chuveiro com aquecedor é ligado, a água que já está no encanamento, fria, é descartada. No caso do solar e do boiler, na família de quatro pessoas, isso representa um desperdício de 600 litros por mês. O aquecedor a gás gasta 540 litros mensais. O chuveiro elétrico não tem esse problema, uma vez que a água já sai quente assim que ele é ligado.

Assim, para quem está construindo ou reformando o banheiro, existe uma indicação da melhor escolha: chuveiro híbrido para economizar dinheiro, água e energia, além de ajudar o meio ambiente, é claro!

Fonte: Casa.com.br

Dica: Roberta Fiasco

Portugal está aquém da meta das renováveis


No ano que vem, 39% da electricidade consumida em Portugal deveria ser de origem verde. Para atingir tal objectivo, Portugal precisaria de aumentar a parcela das renováveis de 32,5% para 39%. No entanto, em 2006, apenas 31% tinham tal origem, o que quer dizer que o país não continuou o avanço antes alcançado A maior parte do esforço foi atingido, entre 2004 e 2006, altura em que se registou um crescendo de 2,6 pontos percentuais. “É de notar que a parcela de electricidade de origem renovável na Áustria, França, Letónia, Portugal, Roménia e Eslovénia foi inferior em 2006 do que no ano de referência
Já para os transportes, Portugal está bem mais próximo dos objectivos programados. Em 2010, 5,75% do combustível consumido deve ser de origem biológica.

As metas europeias para as renováveis fazem parte do plano maior da Comissão de reduzir as emissões de gases com efeito estufa e diminuir a dependência dos combustíveis fósseis, como o petróleo.


Nem Portugal nem os 27 no seu conjunto devem conseguir atingir em 2010 o objectivo traçado pela União Europeia para as energias renováveis.



Maio 8, 2009

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Vídeo: Mini já anda 'a vento'

O Mini, um dos automóveis mais emblemáticos dos anos 60, renasceu no século XXI e agora virou-se para as energias renováveis. Alemanha já tem projecto pioneiro.



A Evolução está em marchar, fiquem atentos ao nosso blog...


Cumprimentos,
Grupo Verde

Quarteira acolhe exposição sobre energias renováveis

Automóveis, scooters e bicicletas eléctricas são alguns dos produtos que vão estar em exposição num evento dedicado às energias renováveis e à mobilidade sustentada, que tem lugar de 13 a 17 de Maio em Quarteira. Trata-se da «Expo Energias Renováveis & Mobilidade Sustentável 2009», uma organização da Junta de Freguesia de Quarteira em colaboração com a Câmara Municipal de Loulé, a APISOLAR, a ALGAR, entre outras entidades. É um evento de entrada livre onde a população pode experimentar vários veículos amigos do ambiente, bem como assistir a workshops sobre reutilização de materiais e ainda assistir a sessões de cinema «Cine-Eco». Ao todo são cerca de duas dezenas de expositores que estarão montados na Praça do Mar, junto à marginal de Quarteira, a fazer divulgação de energias mais limpas que ajudem Portugal a atingir os objectivos de Quioto. No último dia do evento, 17, há lugar a um desfile conjunto de veículos amigos do ambiente e carros históricos. Este desfile termina com um almoço confeccionado com fornos solares. A exposição de energias renováveis está integrada nas comemorações Europeias dos Dias do Sol (European Solar Days) e engloba um variado conjunto de actividades, das quais se destacam as Comemorações do Dia da Cidade de Quarteira, 13 de Maio. No dia de Quarteira destaque para o concerto de Tony Carreira às 21:30 horas e, dia 14, destaque para um seminário intitulado: “Energias renováveis e soluções de mobilidade sustentada para o Algarve”, às 14:30 horas.
(Fonte: Região Sul)
Cumprimentos,
Grupo Verde

quinta-feira, 12 de março de 2009

Seminário sobre Energia e Alterações Climáticas em Serpa

A Câmara Municipal de Serpa e o Centro de Informação Europe Direct do Baixo Alentejo organizam no dia 27 deste mês um seminário subordinado ao tema "Energia e Alterações Climáticas". A conferência conta com a participação de diversos especialistas no domínio do ambiente. O seminário insere-se nas comemorações da primeira Feira das Energias Renováveis, Construção e Ambiente Sustentáveis, a decorrer de 27 a 29 de Março, como forma de despertar para uma maior consciência ambiental. Ao longo destes três dias realizar-se-ão debates, workshops e ateliers.

Cumprimentos,
Grupo Verde

segunda-feira, 9 de março de 2009

Portugal e as energias renováveis

O Estado português tem vindo a assumir-se como empresa de capital de risco dedicada a novas energias. Tem apostado nas eólicas, na energia solar fotovoltaica, na energia das ondas, nos biocombustíveis e na microgeração. Digo que o Estado se tem comportado como empresa de capital de risco porque algumas destas tecnologias acabarão por se revelar inviáveis e serão suplantadas por aquelas em que as verdadeiras empresas de capital de risco estão a apostar.
Vejamos o que está a acontecer:

Energia eólica - É a menos má de todas as apostas. Não sendo competitiva, está próxima da competitividade. O consumidor está a subsidiar as eólicas e com elas as fábricas de equipamentos que o governo tem vindo a associar aos projectos de eólicas. Na melhor das hipóteses, esta estratégia coloca Portugal numa posição secundária da cadeia de valor sem qualquer controlo sobre a inovação. Na pior, transforma Portugal e os consumidores portugueses em compradores e financiadores da inovação feita noutros países. Note-se que isto não seria grave se os portugueses não estivessem a comprar a energia eólica a preços acima dos preços de mercado.

Energia solar fotovoltáica - Portugal tem uma das maiores centrais solares da Europa. A energia é altamente subsidiada e a tecnologia é importada. A tecnologia usada não tem nada de especial e estará obsoleta dentro de 10 anos. Dentro de 10 anos sairá muito mais barato fazer uma central idêntica. Mais interessante, a energia solar térmica que tem um custo mais baixo que a energia solar fotovoltáica, mas tem sido ignorada. A solar térmica é a energia em que as empresas privadas americanas mais estão interessadas em apostar. Quanto ao futuro, o dinheiro a ganhar está no desenvolvimento de células fotovoltaicas mais eficientes. Para entrar nessa área não é preciso derreter dinheiro em centrais solares gigantescas.

Energia das ondas - Existem no mundo 3 ou 4 abordagens à energia das ondas. Estão todas em fase experimental e nenhuma tem, para já, viabilidade económica. Ninguém sabe qual das abordagens acabará por dominar o mercado. Se é que alguma. Portugal tem vindo a financiar o Pelamis. O mesmo é dizer que tem vindo a financiar os projectos de investigação de uma empresa estrangeira. Em troca de quê? Não percebo. O Pelamis é o típico projecto de capital de risco. Tanto pode ser bem-sucedido e ter um retorno colossal como pode acabar no lixo.

Bicombustíveis - Portugal está a apostar nos biocombustíveis tradicionais (etanol e biodiesel). Estes biocombustíveis estão a ser subsidiados. De outra forma não seriam competitivos. Não se trata de subsídios à investigação e desenvolvimento. Não há muito para investigar na área dos biocombustíveis tradicionais. As empresas de capital de risco americanas estão a apostar noutras coisas. No etanol celulósico e no petróleo verde. Quem é que acham que está a fazer a melhor aposta?

Microgeração - A micogeração é subsidiada e tem problemas de reestruturação de rede. Duas despesas sem ganho à vista. Curiosamente, o Estado subsidia a microgeração dos privados, mas os edifícios publicos não têm paineis solares.
Cumprimentos,
Grupo Verde

segunda-feira, 2 de março de 2009

A tua opinião conta!

Sendo a energia universal e utilizada por todos, este blog interessa a toda a sociedade. Como tal, temos que trabalhar em conjunto para melhorar e melhorar cada vez mais este nosso espaço de opinião, conhecimento e aprendizagem. Aqui no portal da energia temos todo o prazer de ouvir as opiniões e sugestões dos nosso visitantes...

Estamos à espera que nos contactes...
Cumprimentos,
Grupo Verde

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Ferreira do Alentejo constrói nova central solar

A empresa Tecneira já está a construir uma terceira central solar fotovoltaica em Ferreira do Alentejo. O projecto representa um investimento na ordem dos 45 milhões de euros e prevê uma potência a instalar de 10 MW. A central deverá estar concluída em Outubro deste ano e, de acordo com o presidente da Câmara Municipal, Aníbal Reis Costa, “vem confirmar a grande importância do concelho de Ferreira do Alentejo na área das energias renováveis, designadamente na energia solar fotovoltaica”. A central vai produzir energia “limpa” para a rede eléctrica nacional num período útil de vida superior a 25 anos. Nos próximos nove meses serão implantados numa área de 31 hectares, nas imediações daquela vila, cerca de 45.500 painéis de silício policristalino que produzirão energia suficiente para abastecer 7.300 habitações. Na fase de construção deverão ser criados cerca de 200 postos de trabalho na região e, para assegurar o funcionamento da central, estão previstos cinco novos empregos.


Esta central solar vem juntar-se a outras duas já em fase de conclusão naquele concelho: uma a cargo da empresa Netplan, com uma potência a instalar de 2 MW e um investimento na ordem dos 10 milhões de euros; e outra promovida pela Generg, com uma potência total de cerca de 12 MW e um investimento de cerca de 50 milhões de euros.Para Aníbal Reis Costa, “estes investimentos são geradores de riqueza, contribuem para a economia local, não só na construção com a grande empregabilidade, mas também do ponto de vista de contribuintes relevantes para a riqueza do concelho”. Com estes investimentos, a Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo quer manter a aposta nas energias renováveis como forma de promover a economia regional e nacional. Este é, de resto, um dos grandes objectivos que a autarquia procura desenvolver através do projecto “Ferreira Sustentável”.


(Fonte: http://correioalentejo.com/)

Cumprimentos,
Grupo Verde

Energia "verde" abastece base na Antártida

A base belga “Princesa Elisabeth” no leste da Antártida funciona com energia solar e eólica. Os criadores do projecto, lançado no domingo, acreditam que a construção da base vai ajudar a combater o cepticismo dos que questionam a viabilidade das energias “verdes”.
Segundo os criadores, as energias renováveis são viáveis, mesmo nos lugares mais frios e remotos do planeta. Esta é a mensagem que os implusionadores da primeira base científica na Antartida pretendem passar ao Mundo.


"Se podemos construir uma base com estas características na Antártida, também podemos faze-lo em qualquer outro lugar do Mundo. Temos a capacidade, a tecnologia e o conhecimento para mudar o Mundo”, disse Alain Hubert, director do projecto pioneiro, na cerimónia de abertura.

O aquecimento global, provocado pelas emissões de gases, levou os governos a tentarem encontrar alternativas nas novas fontes de energia. Estas energias renováveis começaram a implantar-se na Antártida com a instalação de painéis solares e moinhos eólicos no meio do frio e da escuridão do Inverno polar, o que se traduziu num enorme desafio, segundo os responsáveis.

Os cientistas estão a analisar o fenómeno do aquecimento global e prevêm que o aumento das temperaturas pode levar à aceleração do degelo da Antártida, originando um aumento alarmante do nível do mar, ameaçando a submersão de muitas zonas costeiras.


"A crise económica mundial é o resultado dos comportamentos insustentáveis. Não podemos tratar o planeta de forma insustentável, porque nesse caso vamos ficar numa crise ainda mais grave do que a financeira”, dito por Thomas Leysen, cefe da empresa belga Umicore.
(Fonte:sapo.pt)
Cumprimentos,
Grupo Verde

Mais 30 por cento de energia eólica

A capacidade mundial de produzir energia eólica aumentou 28,8 por cento em 2008, de acordo com o relatório do Conselho Global de Energia Eólica, citado pela Lusa.
O estudo afirma que os Estados Unidos da América e a China são os países com maior crescimento, em 2008, ano em que a capacidade global de produção de energia eólica subiu para 120,9 gigawatts, o suficiente para pôr 500 milhões de televisores a funcionar.
Os Estados Unidos registaram o crescimento mais acentuado, elevando a sua capacidade de produção em 50 por cento, ultrapassando a Alemanha que era, até agora, o maior produtor de energia eólica.

A Europa detém mais de metade da capacidade global de produção deste tipo de energia, com a capacidade de produção desta energia renovável com 65.946 megawatts.
Steve Sawyer, secretário-geral do Conselho Global de Energia Eólica, disse que «há uma grande e crescente necessidade global de energia eólica, livre de emissões poluentes, que pode ser instalada rápida e virtualmente em qualquer parte do mundo».
A energia eólica é a «única tecnologia para geração de energia que pode conseguir a redução necessária de dióxido de carbono», concluiu Sawyer.

(Fonte: diario.iol.pt)

Cumprimentos,
Grupo Verde

Exponor lança feira de ambiente, energia e sustentabilidade

A Exponor anunciou, no Porto, a criação da Ambinergia - Feira Internacional de Ambiente, Energia e Sustentabilidade, reservada a profissionais e marcada para 4 a 7 de Junho no parque de exposições de Matosinhos.

"Esta feira é para nós um investimento", disse, em conferência de imprensa, o director-geral da Exponor, José Carlos Coutinho, adiantando que espera que a afluência à feira possa "rondar os 20 mil visitantes".

Para esta primeira edição, a Exponor reservou 8000 metros quadrados de área bruta, correspondentes a cerca de 6400 metros quadrados de área líquida de exposição.

Água, ar, resíduos, carbono, eficiência energética, energias renováveis e convencionais, certificação e verificação, desenvolvimento sustentável, e responsabilidade social e ambiental são os temas centrais da feira.

A Comissão Organizadora integra as agências Portuguesa do Ambiente, para a Energia e de Energia do Porto, o BCSD Portugal - Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável e a Associação Portuguesa de Certificação.

"É uma feira particularmente adequada a um tempo de crise", afirmou o presidente da Agência de Energia do Porto, Oliveira Fernandes, proponente da Ambinergia.

Oliveira Fernandes definiu a sustentabilidade como "a retoma da condição de partida", sublinhando a importância que tem para as empresas a adopção de um "comportamento avisado" na utilização da água e da energia.

Além da exposição de produtos e serviços, a Ambinergia terá conferências sobre alguns dos temas centrais da feira.

(Fonte: Público.pt)

Cumprimentos,
Grupo Verde

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Temos que AGIR!

Temos que fazer alguma coisa para melhorar a siuação actual mundial, apenas pequenas acções no nosso dia podem marcar a diferença. Isto já devia de ser um dado adquirido na nossa sociedade mas não o é, as questões ambientais são muito importantes e depende de cada um de nós. Temo que agir!!

Cumprimentos,

Grupo VErde